Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

quinta-feira, 16 de junho de 2022

Luiz Werneck Vianna*: Na Amazônia o coração das trevas

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O assassinato dos heróis amazônidas Bruno Pereira e Don Philipps (já se deve falar assim) em plena atividade nas investigações que realizava...
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William Waack: Sem tropa para um golpe

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O Estado de S. Paulo A ‘crise militar’ provocada por Bolsonaro é resultado de fracas lideranças civis Jair Bolsonaro  faz de tudo para r...
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Merval Pereira: Os sem-noção

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O Globo O sucesso subiu à cabeça dos congressistas, especialmente dos deputados federais. Sucesso do ponto de vista deles, não dos cidadão...
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Malu Gaspar: O golpismo e a chantagem andam juntos

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O Globo Dizem em Brasília que, como jabuti não sobe em árvore, se o bicho aparecer pendurado numa, é porque alguém o colocou ali. O último...

Míriam Leitão: A mensagem deixada por Bruno e Dom

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O Globo Obrigada Bruno Pereira, obrigada Dom Phillips. Porque existiram, porque escolheram viver em busca do que era certo, porque foram a...
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Uirá Machado: Passando recibo

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Folha de S. Paulo Presidente responsabiliza vítimas e assume falta de controle na Amazônia Jair Bolsonaro  (PL) declarou outro dia que  ...
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Bruno Boghossian: Governo parece aceitar uma Amazônia sob domínio de criminosos

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Folha de S. Paulo Ao responsabilizar desaparecidos, Bolsonaro abre mão de trabalhar pelo controle da região No segundo mês de mandato, J...
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Ruy Castro: Mudos aos arrotos de Bolsonaro

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Folha de S. Paulo Os generais ainda não decidiram se vão bater continência para Daniel Silveira Golpes de Estado costumam ser tramados n...

Roberto Macedo*: Urnas eletrônicas, Fachin e o ministro da Defesa

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O Estado de S. Paulo Nogueira e seus pares poderão fazer uso da plataforma de divulgação dos BUs para fazer sua própria avaliação de resul...
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Maria Hermínia Tavares*: Participante ausente

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Folha de S. Paulo Bolsonaro é incapaz de entender o mundo para além do seu condomínio na Barra Uma certeza, de saída: a Cúpula das Améri...
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Eugênio Bucci*: Ensino pago na USP, na Unesp e na Unicamp?

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O Estado de S. Paulo Não é hora de mexer no que está dando certo. Quem quiser perder a eleição ou quiser cometer suicídio político, que ar...

Míriam Leitão: As dúvidas do BC no choque de juros

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O Globo O  Banco Central disse que há incerteza sobre o futuro do arcabouço fiscal e que o corte de impostos reduz a inflação a curto praz...
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Adriana Fernandes: Fla-Flu do ICMS

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O Estado de S. Paulo A confusão entre o que é temporário e o que é permanente pode comprometer o ajuste de Estados No afã de conseguir a...

Celso Ming: Tiros no escuro

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O Estado de S. Paulo Desta vez, tanto o Banco Central do Brasil quanto o  Federal Reserve  (Fed, o banco central dos Estados Unidos) estão...
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Vinicius Torres Freire: Juros: como salvar 2023 e 2024

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Folha de S. Paulo Não se sabe quanta atrocidade econômica ou política Bolsonaro e o centrão ainda podem aprontar com fins eleitorais O  ...
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O que a mídia pensa: Editoriais / Opiniões

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Editoriais O ecossistema do crime na Amazônia O Estado de S. Paulo Enquanto o presidente combate fantasmas, cresce a verdadeira ameaça...

Poesia | Antonio Machado(1875-1939) - O crime foi em Granada

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(A Federico García Lorca) I. O crime Viram -no, caminhando entre fuzis por uma longa estrada, sair ao campo frio, ainda com estrel...
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Música | Lacrymosa. Requiem de Guiseppe Verdi Direction Daniel Barenboim

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quarta-feira, 15 de junho de 2022

Vera Magalhães: Temporada de caça ao Judiciário

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O Globo Jair Bolsonaro inaugurou uma temporada de caça ao Judiciário que, se não for estancada agora e rechaçada sem espaço para tergivers...
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Elio Gaspari: Demos o golpe, e agora?

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O Globo A demagogia do século XXI tem tintas milicianas Num exercício de quiromancia política, pode-se dizer que são mínimas as chances ...
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Bernardo Mello Franco: Foiçada na Funai

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O Globo Funai é alvo de militarização e desmonte no governo Bolsonaro Em setembro de 2019, Bruno Pereira articulou uma grande operação p...
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Vera Rosa: O desafio de Simone Tebet

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O Estado de S. Paulo A terceira via não pode ficar apenas no discurso do ‘nem-nem’ nessa campanha Quibes, esfihas e outros quitutes árab...
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Fábio Alves: Copom refém da incerteza

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O Estado de S. Paulo Em cenário tão nebuloso, o Copom deveria deixar em aberto decisão sobre juros em agosto Uma alta de 0,50 ponto porc...
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Vinicius Torres Freire: Baixa da gasolina, baixaria Bolsonaro

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Folha de S. Paulo Desconto de combustível ocorre durante maior aumento da miséria em uma década Talvez eu possa passear de carro com gas...
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Bruno Boghossian: Contando centavos

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Folha de S. Paulo Pressão contínua sobre Petrobras mostra que governo não quer desperdiçar centavos até a eleição O governo mostrou que ...

Hélio Schwartsman: Adoravelmente progressivo

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Folha de S. Paulo Título universitário confere a seu detentor um significativo aumento de renda No Brasil, certas discussões são eternas...
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Mariliz Pereira Jorge: O Brasil é uma selva

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Folha de S. Paulo Uma selva habitada por homens desinteressados pelo paradeiro de Dom e Bruno A imagem mais clichê que se tem do Brasil ...
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Fernando Exman: Um governo em busca da marca própria

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Valor Econômico Aliados do presidente Bolsonaro criticam rumos da campanha Em uma tarde de domingo sem emoções no noticiário político, o...
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Lu Aiko Otta: Por sua conta e risco

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Valor Econômico Com menos emprego, MEIs já somam 70% das empresas no país Há algo errado num país em que 70% das empresas não são empres...
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O que a mídia pensa: Editoriais / Opiniões

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Editoriais Bolsonaro faz mais investidas contra urnas eletrônicas Valor Econômico O ponto é que só Bolsonaro julga que falta transparê...
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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