Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

O que a mídia pensa | Editoriais / Opiniões

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Supremo que pode tudo não é bom para o país Por Folha de S. Paulo Reforma da corte exige fim de vínculos com parentes, decisões individu...

O que esperar (e não esperar) de Flávio Bolsonaro na economia, por Fernando Exman

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Valor Econômico Em encontros com representantes de instituições financeiras, senador mostrou-se um defensor do receituário liberal e de um...

Lula, Trump e os braços do crime nos EUA, por Lu Aiko Otta

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Valor Econômico Governo se vê diante da possibilidade de atingir o que Haddad chamou de “CEOs do crime organizado” O ministro da Fazenda...

A questão moral, por Marcelo Godoy

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O Estado de S. Paulo Quando a crise afeta políticos de todos os lados e magistrados, o que precisa mudar não são as pessoas Era 28 de ou...

O racismo de Trump e a liberdade de expressão, por Nicolau Cavalcanti

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O Estado de S. Paulo A comunicação nas redes não é um entretenimento ‘café com leite’. Tem impacto político, social e econômico – e jurídico...

O ‘boom’ das commodities, por Fábio Alves

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O Estado de S. Paulo A pergunta que se faz é como o Brasil vai aproveitar a bonança desse boom de commodities? Gestores de fundos e anal...

Fim da escala 6 x 1 para além do 8 ou 80, por Vera Magalhães

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O Globo Discussão sobre redução de jornada não opõe sensibilidade social e responsabilidade com a economia e tem de ser bem estruturada ...

Afastamento de ministro do muda paradigma contra assédio sexual, porLuiz Carlos Azedo

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Correio Braziliense Ao afastar cautelarmente um de seus integrantes, a Corte envia uma mensagem clara à sociedade e, sobretudo, às vítimas...

O STJ na berlinda, por Bernardo Mello Franco

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O Globo Livre dos holofotes que cercam o STF, tribunal costuma ser leniente com nepotismo processual, pagamento de supersalários e atuação...

Lula 3.0 é ruim de gestão, por Elio Gaspari

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O Globo O Master, a fila do INSS e a Autoridade Climática são fracassos Lula está a caminho do fim de seu terceiro mandato e arma a barr...

Eleitores nunca decidem seu voto em um vácuo social, por Camilo Aggio

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Folha de S. Paulo Alcance de inteligência artificial para a escolha de candidatos deve ser relativizado Não serão ChatGPTs e Geminis que...

Pistas do programa de Lula 4, por Vinicius Torres Freire

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Folha de S. Paulo Haddad sugere reorganização e unificação de programas de assistência social Ceron, secretário do Tesouro, fala de disc...

Uma CPI para o Master? Por Hélio Schwartsman

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Folha de S. Paulo Comissões de inquérito tiveram seu auge nos anos 1990 e depois perderam efetividade Apesar de blindagens variadas, sem...

Dino põe Justiça na encruzilhada dos penduricalhos, por Dora Kramer

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Folha de S. Paulo Ministro respalda veto de Lula ao Congresso e dá chance ao Supremo de recuperar seus danos de imagem Judiciário vai es...

A frente democrática não é uma exceção histórica, por Ricardo Marinho

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Nos idos de 2018, final da segunda década do século 21, parecia inimaginável que um representante da extrema-direita se tornasse Presidente ...

O beijo da Natália, por Alfredo Maciel da Silveira

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Muitos brasileiros e brasileiras, por terem “comido o pão que o diabo amassou” nos anos da ditadura, conseguiram sair vivos daqui. Num plane...

Poesia | Pátria Minha - Vinicius de Moraes

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Música | Moacyr Luz & Samba do Trabalhador - Mandingueiro

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terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

O que a mídia pensa | Editoriais / Opiniões

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Déficit do governo, inadimplência das famílias Por Folha de S. Paulo Número de endividados segue crescendo e atinge patamares recordes, ...

O fim da escala 6 por 1, a “economia do afeto” e a reeleição de Lula. Por Luiz Carlos Azedo

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Correio Braziliense Governo e partidos da base do presidente Lula já disseram ser favoráveis a uma redução da jornada de trabalho, mas dif...

Reconstruir seguranças laborais, tarefa contra o vale-tudo. Por Pedro Cafardo

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Valor Econômico Há enorme controvérsia sobre a regulamentação do trabalho por aplicativos Amélia, de 65 anos, saiu de casa para ir ao su...

A intrincada costura de Lula na troca do vice. Por Maria Cristina Fernandes

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Valor Econômico A remontagem da chapa presidencial vai muito além da troca de Alckmin por Renan Filho e passa pela digestão do MDB Com a...

‘Balcão de negócio’. Por Eliane Cantanhêde

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O Estado de S. Paulo Sob tiroteio, STF julga nesta semana ação contra ‘balcão de negócio’ no TCU A intervenção política em órgãos públic...

Master em todo lugar. Por Carlos Andreazza

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O Estado de S. Paulo A Polícia Federal foi às ruas, na sexta, contra traficâncias cometidas na Amprev, a gestora do regime previdenciário ...

A China e a América Latina. Por Rubens Barbosa

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O Estado de S. Paulo No caso do Brasil, a nova política externa dos EUA não colocou em questão as políticas do governo brasileiro em relaç...

O conhecimento e o seu poder transformador. Por Jorge J. Okubaro

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O Estado de S. Paulo A grande transformação da economia chinesa nas últimas décadas é fruto do trabalho de pesquisa nas principais univers...

Jogo de máscaras. Por Merval Pereira

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O Globo Lula mantém negociações políticas com partidos do Centrão, e Flávio não se distancia dos radicais bolsonaristas O chamado à guer...

A folia dos supersalários. Por Fernando Gabeira

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O Globo Vamos ver como o carnaval filtra tudo isso para que mergulhemos de novo num ano eleitoral Quando menino, o carnaval era uma fest...

Refazer o FGC e superar a crise. Por Míriam Leitão

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O Globo Master: mesmo com cinco anos de antecipação, bancos ainda teriam de cobrir metade do rombo de R$ 60 bilhões O Banco Central pode...

O pesadelo do ChatGPT. Por Pedro Doria

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O Globo Se, repentinamente, há desconfiança a respeito do negócio da inteligência artificial e ocorre uma corrida de venda de papéis, o es...

Pode o amor de Bad Bunny vencer Trump? Por Joel Pinheiro da Fonseca

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Folha de S. Paulo A mensagem do cantor se encaixa perfeitamente no tom dos protestos pacíficos em Minneapolis Maior erro estratégico par...

À espreita. Por Hélio Schwartsman

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Folha de S. Paulo Cordão sanitário funcionou e portugueses rejeitaram ultradireita na Presidência Radicais têm ascensão meteórica quando...

Disputa entre Michelle e Flávio impactará bolsonarismo no Congresso. Por Juliano Spyer

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Folha de S. Paulo Distanciamento de evangélicos tende a reduzir influência do clã Michelle ajuda a justificar Bolsonaro como parte de um...

Oposição flerta com o abismo. Por Dora Kramer

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Folha de S. Paulo Se não abrir o olho e ficar esperta, direita pode acabar perdendo uma eleição praticamente ganha em São Paulo Lula can...

Com penduricalhos, Carnaval dos Poderes dura o ano todo. Por Alvaro Costa e Silva

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Folha de S. Paulo Farra com pagamentos extras tipo auxílio-peru custa R$ 20 bilhões aos cofres públicos Ministro Flávio Dino, do STF, su...

Poesia | Belo Belo, de Manuel Bandeira

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Música | Brasil, chegou a vez

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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

O que a mídia pensa | Editoriais / Opiniões

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Benefícios das fintechs superam os malefícios Por O Globo Competição aumentou, serviço melhorou e juro caiu, diz estudo do FMI. Mas é pr...

A economia que não se pode adiar. Por Mônica Sodré

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Valor Econômico A inserção internacional do Brasil precisa ser mais proativa e estratégica, com uma visão mais contemporânea sobre comérci...

Canetada não é solução para supersalários. Por Bruno Carazza

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Valor Econômico Liminar do ministro Flávio Dino é corajosa, mas está longe de resolver as imensas distorções salariais no setor público ...
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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