Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

quarta-feira, 27 de agosto de 2025

O que a mídia pensa | Editoriais / Opiniões

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Nomes à mesa no tabuleiro eleitoral Correio Braziliense Apesar de a eleição para o Palácio do Planalto estar distante mais de um ano do seu ...

Lula e Tarcísio pedem a bola, por Vera Magalhães

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O Globo Presidente deixou claro quem imagina que será seu adversário na urna eletrônica, ao citar nominalmente o governador de SP durante ...

O risco para o STF em 2026, por Paulo Celso Pereira

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O Globo O perfil dos escolhidos nos próximos anos poderá dominar o Supremo por décadas Em junho de 2022, a Suprema Corte americana, numa...

A coisa mais fácil, por Bernardo Mello Franco

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O Globo Ex-presidente deu razões para ser monitorado pela polícia antes de julgamento no STF O ministro  Alexandre de Moraes  determinou...

É preciso haver convergência contra o tarifaço, por Ricardo Patah*

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O Globo É o momento de as entidades sindicais se aproximarem ainda mais das empresas para contribuir com seu desenvolvimento ‘O que é bo...

IR: Centrão e direita terão que dizer que não querem que ricos paguem imposto, por Míriam Leitão

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O Globo A análise na Câmara do projeto que isenta do Imposto de Renda (IR) quem ganha até R$ 5 mil será uma espécie de hora da verdade. O ...

Pegadinha do destino aguarda Lula em 2026, por Lu Aiko Otta

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Valor Econômico PLOA de 2026 contará com receitas que podem não ocorrer e há risco de as despesas crescerem acima do orçado É grande a c...

Do discurso à prática na estratégia de Trump, por Fernando Exman

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Valor Econômico Tarifas são usadas como uma alavanca para atingir objetivos políticos À espera de um provável recrudescimento das relaçõ...

O boneco de Bolsonaro, por Marcelo Godoy

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O Estado de S. Paulo Governador troca a pacificação do País por uma prenda que se carrega em uma festa de peão Ao deixar a Academia Mili...

Um novo gás ao real, por Fábio Alves

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O Estado de S. Paulo Com a chance de corte de juros nos EUA, voltou o tema sobre qual será o foco dos investidores Desde que as declaraç...

Um mundo em distopia, por Rodrigo Craveiro

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Correio Braziliense Vivemos uma espécie de distopia, uma inversão de valores que me causa estranheza e preocupação Vivemos uma espécie d...

Movimento dos evangélicos desigrejados, por Denise Santana

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Correio Braziliense Ao mesmo tempo em que o Brasil registra o aumento de evangélicos, há um movimento de abandono da comunidade de fé: eva...

Trump contra o Federal Reserve, por Vinicius Torres Freire

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Folha de S. Paulo EUA ameaçam sanções contra países que regulam ou tributam plataformas sociais Donald Trump  atropela as  instituições ...

O uso do sagrado como ferramenta do fascismo, por Luís Sabanay

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Folha de S. Paulo Quando púlpito e palanque se confundem, o adversário vira inimigo da fé e o apoio político assume feição de devoção A  ...

Oposição de resultados, por Dora Kramer

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Folha de S. Paulo União Progressista fortalece o centrão e enfraquece Bolsonaro na definição dos rumos da direita Sobre o cinismo oposic...

Já comprei pipoca para ver Bolsonaro, por Hélio Schwartsman

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Folha de S. Paulo Julgamento de golpistas no STF é avanço institucional, marca decadência política do ex-presidente, mas não zera sua infl...

O declínio da democracia americana, por Wilson Gomes

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Folha de S. Paulo Pela primeira vez em oito décadas, no clube das superpotências não resta nem sequer uma democracia funcional E os  Est...

Poesia | Três poemas, de Ascenso Ferreira

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Música | Leila Pinheiro - Serra do Luar / Música Incidental / Coração Tranquilo

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terça-feira, 26 de agosto de 2025

O que a mídia pensa | Editoriais / Opiniões

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Ferrogrão precisa sair do papel O Globo Preocupação ambiental é pertinente, mas país não pode abrir mão de ampliar escoamento da produçã...

Fogo e fumaça na era Trump, por Fernando Gabeira

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O Globo Na maior parte das vezes, é melhor não se deixar levar pela confusão das redes e pelas bravatas dos políticos Desde muito jovem ...

Tarcísio acelera, por Merval Pereira

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O Globo O tarifaço de Trump acabou com a família Bolsonaro. Ficou claro que tudo é um arranjo para salvá-los pessoalmente, sem ajuda nenhu...

Adeus, Bolsonaro, por Pedro Doria

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O Globo Ex-presidente deixou de ser o candidato mais forte na direita Viramos a página do bolsonarismo. A afirmação, assim peremptória, ...

O quadro geral dos atingidos, por Míriam Leitão

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O Globo Balanço mostra que oito mil empresas foram afetadas pelo tarifaço. Há boa notícia sobre castanha no Acre e preocupação com setor d...

Tarcísio, Bolsonaro, Churchill e o fascismo, por Maria Cristina Fernandes

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Valor Econômico Valdemar Costa Neto quer filiar o governador de São Paulo ao PL “Tarcísio já me disse que se for candidato irá para o PL...

O crucial e o terrível no debate dos juros, por Pedro Cafardo

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Valor Econômico Quinze dias atrás, sugerimos aqui que a discussão do tarifaço não pode silenciar o debate do problema dos juros, que conti...

Ganho de Lula tende a arrefecer em 2026, por Christopher Garman

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Valor Econômico Politicamente, o que mais fará diferença para o governo Lula é um cenário externo que facilite uma queda dos preços domést...

Chama o Centrão! Por Eliane Cantanhêde

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O Estado de S. Paulo Dino acerta no conteúdo, mas joga o Centrão contra o governo, no IR e na CPMI Fundamental na disputa acirrada entre...

Exercícios de poder, por Carlos Andreazza

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O Estado de S. Paulo Hugo Motta, ex-presidente em atividade, quer unir a Câmara. Melhor ser expresidente em atividade – servindo à manipul...

A reprodução da desigualdade, por Jorge J. Okubaro

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O Estado de S. Paulo Estamos empobrecendo em relação ao resto do mundo e tendo a renda mais concentrada. É uma combinação inquietante De...

A moderna Doutrina Monroe, por Rubens Barbosa

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O Estado de S. Paulo O intervencionismo norte-americano na América Latina começa a submeter os países a pressões que violam sua soberania ...

Trump sugere que americanos talvez gostem de "um ditador"

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Por Correio Braziliense Antes de ganhar seu segundo mandato, o magnata republicano havia antecipado que seria um "ditador desde o dia...

Os inconformados se mudam, por Dora Kramer

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Folha de S. Paulo Se abandonarem a CPI mista do INSS, governistas entregarão o governo às fabulações bolsonaristas Senadores experientes...

É possível uma direita não bolsonarista? Por Joel Pinheiro da Fonseca

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Folha de S. Paulo Sonhar é fácil; a realidade da opinião pública é que se mostra mais inflexível Na  corrida presidencial de 2026 , o mo...

Evangélicos abandonam Malafaia? Por Juliano Spyer

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Folha de S. Paulo Deputado da Assembleia de Deus defende Alexandre de Moraes e diz que pastor bolsonarista deseja ser preso Está em curs...

A liquidação de Cláudio Castro, por Alvaro Costa e Silva

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Folha de S. Paulo Para prover a caixinha da campanha ao Senado, governador quer negociar até o terreno onde fica a delegacia do Leblon E...

Brasil: da herança colonial à transformação necessária, por Cláudio Carraly*

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"A história não se repete, mas rima" - dizia Mark Twain. No Brasil, ela ecoa por séculos. Quando um jovem negro tem 2,5 vezes mais...

Poesia | O Constante Diálogo, de Carlos Drummond de Andrade

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Música | Trio Amadeus à Luz de Velas - Céu de Santo Amaro (J.S. Bach, Flávio Venturini)

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segunda-feira, 25 de agosto de 2025

O que a mídia pensa | Editoriais / Opiniões

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STF deve proteger criminosos com doenças mentais O Globo Ao avaliar decisão que acabou com manicômios judiciários, Corte não pode deixar...
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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