Nossas escolhas
Por CartaCapita
CartaCapital aponta suas preferências
eleitorais
Desde 1994, quando a edição número 1 chegou
às bancas, esta publicação tem por hábito indicar os candidatos que considera
mais habilitados a conduzir os rumos do País. CartaCapital fia-se,
em primeiro lugar, na tradição das mais prestigiosas publicações do mundo. Há
174 anos, em todo ciclo eleitoral, The New
York Times informa aos leitores as razões de seu “voto”. A
partir dos anos 1960, o principal jornal dos Estados Unidos passou a apoiar de
forma sistemática os presidenciáveis do Partido Democrata. O costume havia se
solidificado na mídia norte-americana ao longo do século XX, mas sofreu um
revés na última eleição, quando alguns novos magnatas dos meios de comunicação,
oriundos do Vale do Silício, decidiram trocar a opinião dos editoriais pela
fila do gargarejo na posse de Donald Trump. Qualquer semelhança com repúblicas
de banana não é mera coincidência.
Na Europa, o britânico The Guardian nasceu alinhado aos trabalhistas, enquanto The Daily Telegraph integra as fileiras dos conservadores. Os liberais da revista The Economist ultrapassam fronteiras: escolhem seus preferidos não só no Reino Unido, dão pitacos nas disputas em países considerados fundamentais para o triunfo dos valores capitalistas defendidos pela redação.


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