Folha de S. Paulo
Temas negativos na agenda pública alimentam
sentimento de mudança e penalizam incumbentes
Embora corrupção não seja critério definidor
para maioria do eleitorado, ela faz parte do processo da psicologia do voto
A corrupção voltou a ocupar lugar de destaque na agenda pública, e não poderia ser diferente. Dois megaescândalos vieram à tona recentemente: INSS e Master. Seus desdobramentos ainda estão em curso, mas irão marcar intensamente as eleições. Além disso, os sucessivos escândalos associados a emendas orçamentárias reverberam a questão. Haverá intensa disputa de narrativas sobre o envolvimento em corrupção, que afetará poucos setores muito polarizados, mas incidirá nos demais. Mais importante: ela alimenta o sentimento público quanto à necessidade de mudança de rumo.
















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