Valor Econômico
Operação Carbono Oculto avança sobre
investigação de relação entre facções, setor de combustíveis e fintechs
A terceira
fase da operação Carbono Oculto indica
que, ao pedir dinheiro para Daniel
Vorcaro, o ex-banqueiro do Master, o candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, ajudou o
crime organizado. Se o Master, na cabeça do eleitor, virou uma arca de Noé,
este vínculo só um candidato tem, não por acaso, o único da disputa
presidencial investigado na operação.
Foi o ministro da Fazenda, Dario Durigan, quem chegou mais perto de colocar o guizo no gato ao explicar a movimentação ilegal de R$ 11,6 bilhões apurada pela Receita Federal: “O recurso que dá liquidez para essas operações vem de uma mesma entidade, vem de um mesmo bolso, aí é muito complicado você identificar o que é cada coisa, se tem dinheiro do PCC, de usina do crime organizado, de distribuidora de combustível do crime organizado no mesmo fundo”.










.jpg)
.jpg)










.jpg)









