A 'herança maldita' que o PT esconde
Por Folha de S. Paulo
Dívida, estatais e expansão fiscal revelam
quadro bem mais preocupante do que indicam as metas do governo
Entre junho de 2022 e junho de 2026, o impulso fiscal saltou de 1,43% para 6,7% do PIB, evidenciando uma política expansionista
As contas públicas brasileiras chegam perto
do fim do terceiro governo de Luiz Inácio Lula da
Silva (PT)
em situação muito mais vulnerável do que o discurso oficial tem buscado
demonstrar publicamente.
Embora a área econômica venha repetindo nas
últimas semanas que cumpre as metas previstas em seu arcabouço fiscal, os
principais indicadores caminham na direção oposta.
A dívida pública cresce, os déficits tornam-se recorrentes, as estatais voltam a representar risco para o Tesouro e o impulso fiscal é muito maior do que mostram as estatísticas convencionais. A distância entre a narrativa oficial e a realidade das contas públicas tornou-se impossível de ignorar.











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