Folha de S. Paulo
A quase-tragédia na rua da Consolação não foi
surpresa
Prefeito aposta em um modelo fracassado de
privatização da cidade
O prefeito de São Paulo e
a Ambev são
corresponsáveis pela quase-tragédia no Carnaval paulistano,
cada um dentro de suas atribuições.
A única coisa que separou a situação de
empurra-empurra no domingo (8) de um cenário de
pisoteamento foi a desobediência dos foliões, que derrubaram as
grades de aço, postas ali para segregar o espaço público de quem tem o direito
de ocupá-lo.
O que ocorreu na rua da Consolação não foi o resultado natural e inevitável da superlotação de dois megablocos, mas, sim, a consequência previsível do planejamento inepto da Prefeitura de São Paulo e da marca patrocinadora.















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