Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

O que a mídia pensa | Editoriais / Opiniões

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Vazamento inadmissível Por O Povo (CE) Ministros têm visões diferentes quanto à investigação do vazamento de informações na Receita Federal ...

Mendonça versus o atropelador geral da República, por Maria Cristina Fernandes

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Valor Econômico Alexandre de Moraes atropelou Receita, TCU, servidores, Fachin e, finalmente André Mendonça que, se não o enfrentar, perde...

Em busca de um acordo entre Trump e Lula, por Assis Moreira

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Valor Econômico Dono da segunda maior reserva mundial de terras raras, Brasil não tem intenção de se aliar a ‘clube’ montado por Trump nes...

O Supremo e seu valor de face, por Eugênio Bucci

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O Estado de S. Paulo O que acontece com um país em que o prestígio da Corte Suprema se esfarela ao vento? Onde vai parar o senso de autori...

Oremos, por William Waack

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O Estado de S. Paulo A desconfiança dentro do STF aumenta a imprevisibilidade na crise O STF enfrenta duas crises ao mesmo tempo e a int...

STF empurrado para nova crise, Por Carolina Brígido

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O Estado de S. Paulo A solução do caso Master não neutralizou a crise da Corte. Alimentou outra guerra A intenção de Edson Fachin era re...

As urnas e os desconfiados, por Maria Hermínia Tavares

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Folha de S. Paulo Resultados de pesquisa sobre as urnas eletrônicas não trazem alento aos democratas brasileiros Cidadãos desconfiados d...

Quando direitos humanos viram nota de rodapé, por Eduardo Suplicy

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Folha de S. Paulo Asfixia financeira transforma órgãos paulistas em mera formalidade, já que não conseguem cumprir suas funções Se São P...

Pelo fim, sem alarde, da escala 6x1, por Thiago Amparo

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Folha de S. Paulo A mentalidade colonial brasileira quer nos fazer crer que o fim do regime de trabalho destruirá a economia do país Inv...

Sem mobilização, supersalários vão continuar, por Adriana Fernandes

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Folha de S. Paulo Lula vetou os novos penduricalhos, mas é pouco Eles são uma erva daninha que tem se espalhado sem o mínimo pudor das a...

Folia no Master, cinzas na República, Por Vinicius Torres Freire

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Folha de S. Paulo Até festas de Daniel Vorcaro assustam figuras da política e da finança em vários estados Medo de delação de ex-preside...

Desfile na Sapucaí armou uma casa de caboclo para Lula candidato, por Luiz Carlos Azedo

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Correio Braziliense O risco político não está apenas no Judiciário. O episódio fornece munição à oposição e, sobretudo, às forças de centr...

Fogo amigo, por Merval Pereira

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O Globo Eleitorado evangélico pode se tornar mais arredio ainda aos apelos do presidente Lula depois do desfile Entre os vários efeitos ...

O inquérito que não acaba, por Julia Duailibi

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Por O Globo Investigação das fake news tem vida e regras próprias, que chamam ainda mais a atenção num ambiente de estabilidade democrátic...

A Quarta de Cinzas chegou para o STF, por Malu Gaspar

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O Globo A maior parte do Brasil passou o carnaval pensando no que fazer na folga, na programação dos blocos de sua cidade ou na classifica...

Dilema do BRB na busca do equilíbrio, por Míriam Leitão

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O Globo Após o episódio Master, o BRB precisa de resposta rápida do governo do Distrito Federal para evitar que a conta cresça O total q...

Poesia | Revolta, de Guimarães Rosa

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Música | Luiz Alfredo Xavier (Rio Verde –GO) Castigo (Dolores Duran).

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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

O que a mídia pensa | Editoriais / Opiniões

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Brasil encontrou rumo no combate ao desmatamento Por O Globo É preciso celebrar índices melhores, mas país enfrenta outros desafios, com...

Entrevista | Marqueteiro de Paes (PSD) vê Lula favorito, apesar de ‘dificuldades de sempre’

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Por Camila Zarur / Valor Econômico Ex-consultor de petista, Marcello Faulhaber considera escolha de Flávio certa O marqueteiro Marcello ...

Articulação para vaga no STF ressurge pós-carnaval, por Fernando Exman

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Valor Econômico Expectativa é que presidente do Senado consiga fazer a carruagem avançar nem tão depressa que pareça medo nem tão devagar ...

PPPs para hospitais e fábrica de vacinas, por Lu Aiko Otta

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Valor Econômico Regras do jogo precisam estar sempre muito claras e firmes Uma das políticas públicas mais bem-avaliadas na Bahia é o Ho...

STF diz que houve 'múltiplos acessos ilícitos' a dados fiscais de ministros e familiares

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Por Tiago Angelo, Beatriz Olivon, Gabriel Shinohara, Estevam Taiar e Mariana Andrade / Valor Econômico STF apura acessos ilícitos ao siste...

Quem são os suspeitos de terem vazado dados sigilosos de ministros do STF e familiares

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Por Wendal Carmo /CartaCapital Os nomes dos suspeitos foram divulgados pelo STF. Em nota, o tribunal disse que os vazamentos ocorreram par...

Alfabetização para a contemporaneidade, por Cristovam Buarque

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Correio Braziliense O primeiro analfabetismo a ser superado é o da proficiência escrita e falada da língua nacional. E o alfabetizado para...

Quarta-Feira de Cinzas no fogo do Master, por Vera Rosa

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O Estado de S. Paulo Um ambiente conflagrado e de desconfiança generalizada aguarda o retorno das atividades na Praça dos Três Poderes a p...

Um desfile de equívocos, por Vera Magalhães

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O Globo Quem não vota em Lula não tem por que mudar de ideia depois do desfile eivado de obviedades, puxa-saquismo e boa dose de mistifica...

Trabalhadores do Brasil, por Bernardo Mello Franco

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O Globo Em prefácio a livro de discursos, presidente revê opinião sobre legado do antecessor Em 1979, Leonel Brizola baixou em São Berna...

STF precisa fechar a delegacia, por Elio Gaspari

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O Globo Tudo aquilo de que o Brasil não precisa é um conflito entre a Polícia Federal e o Supremo Uma série de circunstâncias jogaram o ...

Os genes egoístas de Trump, por Hélio Schwartsman

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Folha de S. Paulo Pesquisadores propõem modelo neorrealista para entender ações de presidente dos EUA Ele não defenderia interesses do p...

Ao proteger o ninho, STF arrisca perder o que sustenta sua autoridade, por Wilson Gomes

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Folha de S. Paulo Corte parece não reconhecer o valor político do sentimento público Ministros reiteram a fé em Toffoli como se a lealda...

Supremo sob estreita vigilância, por Dora Kramer

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Folha de S. Paulo Dias Toffoli saiu da relatoria do processo, mas o caso do Master não saiu das suspeições sobre o ministro STF está sob...

Poesia | Reconciliação, de Goethe

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Carmélia Alves - É de fazer chorar, de Luiz Bandeira

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terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

O que a mídia pensa | Editoriais / Opiniões

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Homenagem a Lula na Sapucaí teve ar de campanha antecipada Por O Globo Cabe ao TSE avaliar as punições que julgar adequadas para o desfi...

O favoritismo de Lula em 2026, por Míriam Leitão

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O Globo Com bons números na economia, Lula chega como favorito na campanha. E Flávio tenta herdar o espólio bolsonarista O ambiente econ...

Campo minado, por Merval Pereira

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O Globo Se esse enredo não é exemplo de propaganda eleitoral fora do prazo, muito difícil definir o que seja O desfile da escola de samb...

Amanhã é um novo começo, por Fernando Gabeira

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O Globo Tudo se concentra na eleição presidencial. Mas é preciso advertir que o Congresso, no Brasil, tornou-se muito poderoso Escrever ...

Minha vida mudou, por Pedro Doria

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O Globo OpenClaw, o agente autônomo que atua em seu nome resolvendo coisas internet afora, não é ferramenta para qualquer um Nas últimas...

A ONU aos 80 anos e o desgaste silencioso do direito internacional

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Nasser Zakr   / Correio Braziliense Sem instituições robustas, o direito internacional perde força normativa, e suas normas tendem a opera...
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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