Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

terça-feira, 14 de outubro de 2025

O que a mídia pensa | Editoriais / Opiniões

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Persistem dúvidas sobre plano de Trump para Gaza Por O Globo Libertação de reféns e cessar-fogo devem ser celebrados, mas futuro da paz ...

Diga-me com quem andas, por Merval Pereira

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O Globo Não comentar a escolha de María Corina institucionalmente corresponde a apoiar Maduro Diga-me com quem andas O silêncio oficial ...

Uma prisioneira política, por Fernando Gabeira

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O Globo A maneira como se processa, julga e determina a prisão é, na verdade, um palco onde os holofotes estão nos vencedores Há pouco m...

A Academia Real Sueca manda recado, por Pedro Doria

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O Globo Vencedores se dedicaram à inovação, à relação entre inovar e crescer O Brasil deveria prestar atenção particular aos ganhadores ...

O breve alívio no mundo conflituoso, por Míriam Leitão

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O Globo As cenas do reencontro das famílias após o acordo no Oriente Médio geram alívio, mas o futuro da região segue indefinido Os abra...

Acordo tem troca de reféns por prisioneiros e futuro incerto, por Luiz Carlos Azedo

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Correio Braziliense O Hamas se recusa a depor suas armas antes do estabelecimento de um Estado palestino. Netanyahu não aceita nem a prese...

A escolha é de Lula, mas o aval é de Alcolumbre, por Maria Cristina Fernandes

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Valor Econômico Se pretende emplacar Messias, presidente terá que escolher logo para evitar que resistências se unam contra o AGU Pelas ...

Indústria tende a fazer mais gols contra, por Pedro Cafardo

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Valor Econômico Contrariar princípios liberais é socialmente vergonhoso, algo como negar a lei da gravidade ou defender o terraplanismo ...

Lula no palanque, por Eliane Cantanhêde

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O Estado de S. Paulo Presidente subiu no palanque e não vai descer mais A um ano das eleições, o  presidente Lula  já subiu no palanque ...

Lula terá de fazer rir, se quiser rir, por Carlos Andreazza

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O Estado de S. Paulo Lula pôs o bloco na rua, a partir da isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil. Já estão postos também...

EUA e Argentina: dois pesos e duas medidas, por Rubens Barbosa

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O Estado de S. Paulo O estabelecimento de um canal direto Lula-Milei poderia ser um indicador importante da prioridade da América do Sul par...

Trump trouxe esperança para a guerra em Gaza, por Joel Pinheiro da Fonseca

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Folha de S. Paulo Tudo ainda pode dar errado, mas o que se conseguiu até agora já é uma vitória Mesmo com um caminho para a paz, os extr...

Perversões seminais, por Hélio Schwartsman

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Folha de S. Paulo Todo sistema carrega as sementes de sua própria distorção e STF não é exceção É possível aprimorar modelo de escolha d...

Ao perdedor, o descarte, por Dora Kramer

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Folha de S. Paulo Trump não gosta de perdedores; Bolsonaro perdeu ação no STF e passou a integrar a categoria da ojeriza O americano não...

No tempo em que Cartola vendia seus sambas a cantores do rádio, por Alvaro Costa e Silva

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Folha de S. Paulo Livro do pesquisador Carlos Didier mapeia o surgimento do gênero no Rio Mario de Andrade não apreciava a revolução dos...

Poesia | Nicolás Guillén - Tengo (poema en su voz)

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Música | ANACAONA , Homenaje a Celina

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segunda-feira, 13 de outubro de 2025

O que a mídia pensa | Editoriais / Opiniões

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‘SUS da Educação’ é avanço, mas não corrige desequilíbrio Por O Globo Congresso elabora orçamento pensando no calendário eleitoral, não ...

Considerações sobre uma semana complicada, por Bruno Carazza

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Valor Econômico Decisões da Câmara dos Deputados não representam apenas derrotas do governo; elas revelam o quanto parlamentares não têm c...

Os custos do improviso na política fiscal, por Sergio Lamucci

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Valor Econômico Medidas estruturais necessárias para reduzir o crescimento dos gastos obrigatórios, o maior problema das contas públicas, ...

A tempestade que podemos evitar, por Jarbas Barbosa*

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Correio Braziliense Uma grande tempestade se aproxima da América do Sul. Não traz ventos nem chuvas, mas, sim, doenças crônicas não transm...

A política de empurrar a culpa, por Carlos Pereira

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O Estado de S. Paulo No presidencialismo, governar significa responder por resultados e não terceirizá-los A recente decisão da Câmara d...

Mansão com vista para o lago, por Demétrio Magnoli

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O Globo O acordão precisa da anuência do STF, envolvido nas negociações desde o ponto de partida À BBC Brasil, José Dirceu opinou que Ja...

A favela é soberana, por Preto Zezé

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O Globo É o maior laboratório de inovação humana do Brasil — porque ali se inventa sobrevivendo, se empreende Durante décadas, falar de ...

A popularidade de Lula e o Orçamento, por Marcus André Melo

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Folha de S. Paulo O calendário eleitoral molda a política fiscal e o conflito orçamentário Choques políticos e judiciais reconfiguram a ...

O óbvio também precisa ser dito, por Ana Cristina Rosa

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Folha de S. Paulo A ausência de representatividade política resulta em retrocesso Para a efetividade da soberania popular, é imprescindí...

Tarcísio defende privatizar, vigiar e punir escolas, por Camila Rocha

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Folha de S. Paulo Comunidade escolar de São Paulo tem tecnologia privada de um lado e spray de pimenta do outro Governador promove model...

Desencontros e despedidas, por Pablo Spinelli*

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Frases viram clichês quando servem para explicar fenômenos e situações diversas com um grau de abuso que desloca as preocupações e contextos...

Poesia | Mapa, de Murilo Mendes

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Música | Que salga el sol - Orquesta Femenina ANACAONA, de Cuba

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domingo, 12 de outubro de 2025

O que a mídia pensa | Editoriais /Opiniões

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Lula deve evitar populismo da tarifa zero Por O Globo Medida demonstra pouca eficácia, e responsabilidade por transporte urbano cabe a p...

Golpismo, conciliação, pacificação e eleições. Por Paulo Fábio Dantas Neto

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O título deste artigo não vem a propósito de discutir se é cabível ou não conciliar com os chefes golpistas recentemente condenados. É óbvio...

Bastidores da resistência. Por Merval Pereira

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O Globo A defesa da democracia é uma tarefa cotidiana. Em tempos que correm, ou a defendemos de pé ou assistiremos, de joelhos, a sua eros...

Riscos e desafios na rota da COP30. Por Bernardo Mello Franco

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O Globo Boicote de Trump e atraso em entrega de metas ameaçam cúpula de Belém; Lula deve ser cobrado por nova aposta no petróleo A um mê...

Sofrimento da guerra é indizível. Por Dorrit Harazim

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O Globo Em Gaza, e certamente nos túneis e esconderijos em que foram mantidos os reféns sequestrados, reina o abismo de um silêncio que gr...

Poder branco e masculino. Por Míriam Leitão

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O Globo Lista de cotados para substituir o ministro Barroso no STF expõe pacto da masculinidade branca e ausência de diversidade Não é m...

Encontro de Lula e Trump na Malásia ainda depende de confirmação. Por Luiz Carlos Azedo

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Correio Braziliense   O secretário de Estado, Marco Rubio, convidou o chanceler Mauro Vieira para reunião presencial entre ambos em Washin...

Mineração e clima, um novo protagonismo na COP30. Por Raul Jungmann,

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Correio Braziliense Não há como avançar em energias renováveis, mobilidade elétrica ou tecnologias limpas sem uma base mineral sólida Pe...

As chances de paz em Gaza. Por Lourival Sant’Anna

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O Estado de S. Paulo Tudo indica que o conflito não chegará ao fim, mas a trégua tem grandes chances de perdurar O acordo entre Israel e...

China e Corina: alertas para Lula. Por Eliane Cantanhêde

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O Estado de S. Paulo Terras raras e Venezuela são duas cascas de banana no encontro de Lula com Trump O namoro de Trump e Lula vai de ve...
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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