Lula também semeia dívidas estaduais e municipais
Por Folha de S. Paulo
Desde 2023, governos são autorizados a tomar
R$ 206,6 bi em financiamentos, estimulando alta de gastos
Sabe-se o que acontece quando a capacidade de pagamento se esgota: governadores e prefeitos tentarão arrancar mais um socorro da União
Por força de um longo histórico de
irresponsabilidade fiscal, as finanças de estados e municípios brasileiros são
tuteladas pela União. A tomada de financiamentos por parte de governos
regionais, no exemplo mais importante, depende de limites, autorizações ou
avais de instâncias como Conselho Monetário Nacional, Senado Federal
e Tesouro Nacional.
Quando o governo em Brasília é propenso ao aumento do gasto público, os controles sobre operações de crédito pleiteadas por governadores e prefeitos também são afrouxados, e o expansionismo orçamentário se espalha pela Federação. É o que ocorre neste terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).



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