O Globo
O presidente do Supremo Tribunal, Edson Fachin, fala demais e diz pouco. Há algumas semanas ele anunciou sua disposição de criar um código de conduta para seus pares. Como era possível prever, esbarrou em ministros descontentes, que não querem código algum. Se é assim, paciência.
Diante da adversidade, Fachin assumiu uma postura profética. Viu uma “erosão democrática” — que, de forma insidiosa, “corrói as instituições por dentro”. Ganha um fim de semana em Minneapolis quem puder mostrar onde está a erosão brasileira. Há quatro anos ela estava escancarada e partia dos generais palacianos. Estão todos na cadeia, a começar por um ex-presidente que também acenava com crises apocalípticas. Fachin se queixa porque vê que “magistrados e magistradas são perseguidos por seu ofício”.




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