Inflação da guerra e da comida precisa ser enfrentada
Por Folha de S. Paulo
Altas dos preços de combustíveis e alimentos
geram efeitos sobre custos de outros setores da economia
Margem estreita para redução da Selic cria
panorama inóspito, mas chancelar um patamar inflacionário elevado prejudicaria
os mais pobres
As expectativas para a inflação deste ano sobem há oito semanas, em razão do impacto da guerra no Oriente Médio sobre os preços do petróleo e de seus derivados. De março para cá, segundo pesquisas do Banco Central, a projeção mediana se elevou de 3,91% para 4,89%, já acima do teto oficial —meta de 3% com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual.













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