O Estado de S. Paulo
A grande transformação da economia chinesa nas
últimas décadas é fruto do trabalho de pesquisa nas principais universidades do
país
Não surpreenderia se, em algum momento, a norteamericana Harvard e a britânica Oxford, duas das mais renomadas universidades do mundo, fossem igualadas ou superadas em termos de prestígio, produção acadêmica, qualidade de ensino ou por outro critério de avaliação. O que surpreende em recentes classificações internacionais é a avassaladora presença de instituições chinesas na lista das melhores. Em algumas classificações, das dez mais importantes universidades do mundo, as chinesas ocupam oito posições, inclusive as primeiras. Numa delas, mostrada em matéria do The New York Times publicada pelo Estadão na semana passada (O avanço das universidades chinesas, 3/2/26, C6 e C7), Harvard aparece na terceira posição; Oxford ficou fora da lista. A primeira é a Universidade de Zhejiang; há duas décadas, ela aparecia só na 25.ª posição.







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