O Globo
A polícia do Rio de
Janeiro acaba de matar com uma saraivada de 20 e tantos tiros
Daniel Patrício Santos de Oliveira, de 29 anos, dono de uma loja de produtos
eletrônicos, que voltava com os amigos de um pagode. Ele não era procurado pela
polícia, não era alvo de ordem de prisão, nem sequer foi abordado antes de ser
fuzilado. Seu crime, ao que tudo indica, foi ter um carrão do tipo que os
traficantes gostam. Até agora, não há explicação para o fuzilamento, que deixou
órfã uma menina de 4 anos.
Dias antes, mais de 200 turistas ficaram presos no alto de uma trilha do Morro Dois Irmãos porque, logo abaixo, a polícia trocava tiros com os donos da área na tentativa de prender um traficante que fugira da Bahia e estava escondido ali na favela do Vidigal.





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