Folha de S. Paulo
Alguém que tenha a chave da agenda e do
acesso ao presidente não pode fazer transações duvidosas
Muito menos possui autorização para explicar
seus atos como de natureza 'estritamente privada'
Uma pessoa que tem a chave da agenda e do
acesso ao gabinete do presidente da República não pode ter transações
financeiras que requeiram explicação. Em circunstância alguma estaria
autorizada a explicar seus atos como de natureza "estritamente privada".
Tal recurso fica com jeito de tentativa de blindagem a fim de evitar os indispensáveis detalhamentos.


