Folha de S. Paulo
Em público, Bolsonaro filho promete só
demagogias e tesourinha em gastos e impostos
Promessas de campanha ou são estelionato
eleitoral ou ameaçam crise como a de 2015
Na semana passada, Flávio
Bolsonaro (PL)
pôs na lapela um broche
em forma de tesoura. É um símbolo do "tesouraço", que pode vir a
ser um mote da campanha dele, promessa de corte de gasto público, de imposto e
de burocracias e intervenções do governo.
A tesoura seria inspirada na motosserra de Javier Milei. Até agora, lembra mais a vassourinha de Jânio Quadros, presidente eleito em 1960 com a promessa de varrer a corrupção, a bandalheira. Jânio renunciou em 1961, em tentativa canhestra de autogolpe. O broche da vassourinha era material de campanha desse outro demagogo de direita.
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