Em afã eleitoreiro, Lula lança álcool no incêndio fiscal
Por O Globo
Ao acelerar gastos, governo se torna
responsável pelo patamar sufocante dos juros, que incentiva inadimplência
A menos de uma semana do início do período de
silêncio imposto pelo calendário eleitoral — em que o presidente fica impedido
de comparecer a inaugurações ou eventos, e a publicidade institucional é
suspensa —, Luiz Inácio Lula da
Silva pisou no acelerador das “bondades” eleitoreiras e tem gastado em
propaganda como se não houvesse amanhã.
Depois da isenção do Imposto de Renda, do fim da “taxa das blusinhas”, do crédito barato para caminhoneiros, motoristas de aplicativo e táxi, da extensão do Minha Casa, Minha Vida à classe média, de benesses a setores variados — de companhias aéreas a agricultores — e do alívio a dívidas de famílias e pequenas empresas, o frenesi eleitoreiro continuou nesta semana com benefícios a quem paga dívidas em dia, crédito estudantil subsidiado e liberação do FGTS como garantia para quem toma empréstimos consignados.
