Valor Econômico
Redução no número de candidatos e verba
pública recorde enriquecem campanha de parlamentares que vão votar o ajuste
seja qual for o presidente eleito
A redução no número de candidaturas combinada
com fundo eleitoral e partidário recordes e o maior volume de emendas já
registrado vai proporcionar a eleição mais perdulária da história. Não poderia
haver contraste maior com a agenda de ajuste fiscal que aguarda o Congresso em
2027, seja qual for o presidente a ser eleito.
O contraste do mar de dinheiro que os elegerá e a agenda que os parlamentares têm pela frente só se equipara ao da indefinição da disputa presidencial e a previsibilidade daquela da Câmara dos Deputados. A primeira deve durar, pelo menos, até 4 de outubro sem favorito. A segunda já tem bolsa de apostas sobre o baixo grau de renovação. Nenhuma delas ultrapassa a metade da Câmara.






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