Folha de S. Paulo
Tique-taque soa como bomba-relógio; em
fevereiro, senador fica sem costas quentes pela primeira vez em 24 anos
País só vai recuperar a sanidade quando essa
família for varrida da política pelo voto e pela lei
Fugiu, desapareceu, escafedeu-se. Para Flávio, o Bolsonaro mais corrupto, era isso ou cadeia o que restava. No domingo, derrotado, engrossou a voz para anunciar que pediria anulação do resultado. Na segunda, intimado a entregar os passaportes, gravou vídeo jurando patriotismo: jamais pensara em deixar o país. Na terça, segundo aliados, já está na Flórida com a família, com asilo garantido.



