Ação nos EUA abre caminho para redes sociais mais seguras
Por O Globo
Ao impor limites a Meta e YouTube, Justiça
inspirará parâmetros para uso por menores no mundo todo
Diante do Tribunal Superior de Los Angeles, Mark Zuckerberg — CEO da Meta, dona das maiores redes sociais do mundo — viu-se obrigado a defender as plataformas digitais num processo em que não faltam evidências de como elas manipulam algoritmos para manter adolescentes presos às telas de computador e celular. Está em julgamento a responsabilidade por distúrbios de comportamento em jovens dependentes. A autora da ação, hoje com 20 anos, acusa Meta e YouTube por ter desenvolvido ansiedade, depressão e uma visão distorcida da própria aparência, o Transtorno Dismórfico Corporal. Deverão sair do processo subsídios para os parâmetros de uso por menores de idade — e não apenas nos Estados Unidos.











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