Disputa de poder não pode atrasar transição energética
Por O Globo
Plano brasileiro atrasa por conflito dos
ministérios de Minas e Energia e Casa Civil com Meio Ambiente e Fazenda
Depois da sensação de frustração ao final da COP30 com a dificuldade de alcançar uma proposta consensual de “mapa do caminho” para a transição energética, o Brasil tomou uma decisão acertada: como continua na presidência da COP até a próxima conferência, anunciou que formularia seu próprio projeto. Mas o prazo se esgotou no início de fevereiro sem nenhum resultado concreto, porque os ministérios envolvidos — Casa Civil, Minas e Energia, Meio Ambiente e Fazenda — simplesmente não conseguem se entender. É compreensível que a proposta do “mapa do caminho” enfrentasse em Belém a resistência dos países cuja economia está atrelada aos combustíveis fósseis. É inexplicável, porém, que esbarre na disputa por espaços de poder em Brasília.






























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