O Globo
Palanques capengas do petista em Minas e do
filho de Bolsonaro no Rio indicam problemas na região mais disputada da eleição
A eleição de 2026 será um teste para a
validade de vários axiomas tradicionais da política, como a importância da
propaganda em rádio e TV, os efeitos da inteligência artificial e, no plano
mais concreto, a centralidade da montagem de palanques regionais para
fortalecer candidaturas presidenciais e, no limite, decidir uma disputa que
tende a ser apertada.
Nesse quesito, o Sudeste brasileiro é o
cenário em que as candidaturas de Lula e Flávio Bolsonaro concentram as fichas.
Mas, a menos de um mês do início formal da corrida eleitoral, ambos enfrentam
problemas bastante sérios para largar com um time promissor e um discurso
condizente em colégios importantes da região.
Os desdobramentos consecutivos da Operação Unha e Carne — que atingiu fortemente o grupo do ex-governador Cláudio Castro no Rio de Janeiro — jogam uma dose enorme de imprevisibilidade para o comando bolsonarista “em casa”.






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