Direita latino-americana segue plano temerário de Trump
Por Folha de S. Paulo
14 países da região que integram o Escudo das
Américas decidem tratar como terroristas facções como o PCC
Sob Trump, estratégia dá margem a
arbitrariedades; para os brasileiros, não importa o nome dos grupos, e sim o
combate a eles ser resolutivo
Se o Itamaraty
foi apanhado de surpresa pela decisão de 14 países da América
Latina de acompanhar os Estados
Unidos na classificação do PCC e de outras
quadrilhas como organizações terroristas, chama a atenção menos o conteúdo
da declaração —às margens da Assembleia Geral da ONU— e mais o
isolamento diplomático do Brasil.
Não é trivial articular uma negociação entre
tantas nações sem que informações vazem para outras partes interessadas.
Entre os participantes do Escudo das Américas, a iniciativa envolvendo governantes latino-americanos simpáticos a Donald Trump, há vizinhos do Brasil, como Argentina, Colômbia e Bolívia. Seus corpos diplomáticos não são estranhos ao Itamaraty.








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