Folha de S. Paulo
Campanha começa como se previa, sem ideias e
discutida na polícia ou na Justiça
Pleito também é laboratório de líderes digitais para a sucessão de quem se aposenta
A campanha para presidente começou bem. Bem
do jeito que se previa. Por ora, é caso de polícia: de questões judiciais, de
tentativas de artimanhas judiciais e candidatura pirata. Em São Paulo, se
batem direitas que vão disputar a cidade daqui a dois anos, prenúncio de
projetos de renovação inevitável de métodos e lideranças políticas no caminho
da aposentadoria. Isso tem algum efeito na campanha presidencial.
O inelegível Pablo Marçal, um dia candidato a prefeito de São Paulo, lançou-se a presidente com um truque que pode durar até o início de setembro, quando o TSE deve tirá-lo da disputa oficial. Por ora, essa pessoa apenas está sem acesso a recursos oficiais de campanha, mas terá uns 20 dias de mumunha eleitoral. A avacalhação não tem fim.
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