Valor Econômico
Presidente do STF toma as rédeas para tirar a
Corte da crise
O fim do inquérito das fake news, indicado pelo ministro Edson Fachin, é o sinal mais relevante de que a crise no Supremo Tribunal Federal pode ter começado a ser controlada.
A rigor, o presidente do STF não o encerrou,
mas assumiu suas prerrogativas regimentais sobre este inquérito revogando a
portaria que designava o ministro Alexandre de Moraes como seu relator. Pediu
de volta os procedimentos em andamento “no estado em que se encontram”.
Serão enviados à autoridade policial e à procuradoria-geral da República, mas, sem a militância de Moraes a movê-los, está sinalizado o encerramento. Ao longo dos quase oito anos em que esteve aberto, este inquérito tornou-se a incubadora da crise. De instrumento para preservar as instituições da corrosão da extrema-direita nas redes sociais, transformou-se em adubo do poder desmedido de seu relator. A reação igualmente desmedida a este poder consumiu a Corte.










.jpg)

.jpg)








