O Globo
Temos certa tradição de ferir o que o ex-presidente José Sarney chamava de “liturgia do cargo” com palavras que não deveriam estar na boca dos presidentes.
Na era classificada como “do populismo”, corremos o risco de ter uma campanha eleitoral de baixo nível, mesmo que o candidato oficial do bolsonarismo, senador Flávio Bolsonaro, se disponha a fazer o papel de moderado, que não cabe no figurino do irmão autoexilado, muito menos no do pai preso. Embora a linguagem populista não seja obrigatoriamente escatológica, já temos certa tradição de ferir o que o ex-presidente José Sarney chamava de “liturgia do cargo” com palavras que não deveriam estar na boca dos presidentes.














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