O Estado de S. Paulo
O acordo é um contraponto à iniciativa individualista e protecionista de Donald Trump com seu tarifaço
Depois de 25 anos de tratativas, vamos ver se
a assinatura virá mesmo. E mesmo com ela há um caminho a percorrer antes de
entrar em vigor. Em particular, precisa ser aprovado pelos parlamentos dos
diversos países, e na Europa, a França tem se destacado na posição contrária,
conforme defendida pelo presidente Macron. Mas esperase que seja aprovado pela
maioria. Isso será suficiente.
Sobre o assunto, o português António Costa, presidente do Conselho Europeu, deu uma interessante entrevista a este jornal, publicada em 13/1 (B6), na qual respondeu a inteligentes perguntas da repórter Célia Froufe. Costa, diplomaticamente, não fez referências a Donald Trump, mas ressaltou que o acordo veio num bom momento, pois traz uma mensagem em favor do multilateralismo, do livre comércio e do diálogo ante o unilateralismo e suas tensões, como no caso do tarifaço imposto pelo presidente Trump – digo eu.


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