O Estado de S. Paulo
A democracia que conhecemos, por pior que seja em dezenas de países, não é uma reles caixinha de papelão
Com um tresloucado na Casa Branca e as duas
outras principais potências tendo chefes de Estado com robustas credenciais
totalitárias, não estranha que praticamente todo dia intelectuais e jornalistas
anunciem o fim do regime democrático representativo.
Qualquer dos três – Trump, Putin e Xi Jinping – dispõe de mísseis nucleares suficientes para espatifar o planeta e deixar 1 trilhão de caquinhos voando eternamente pelo universo. Com um milésimo do que qualquer deles dispõe, a bomba lançada sobre Hiroshima em 1945 pulverizou, fez desaparecer instantaneamente, cerca de 50 mil pessoas, o mesmo fez a outra, lançada sobre Nagasaki. Havia uma terceira cidade nos planos, mas a bomba reservada para ela não foi lançada devido ao mau tempo. Reparem que empreguei o verbo “lançar”. Foi literalmente isso o que aconteceu: lançadas em caixas (suponho que de ferro) pelas janelas dos aviões.



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