Correio Braziliense
Proteger a verdade, lutar contra a
desinformação e abraçar valores humanos são missões coletivas na campanha
eleitoral
Já dá para sentir o sopro no cangote, como se
diz no meu Nordeste. O ano voa e as eleições estão logo ali. Se as últimas duas
campanhas eleitorais nos mostraram o poder das redes, das mídias sociais, do
WhatsApp, além do fenômeno das fake news, nesta teremos a avassaladora presença
da inteligência artificial generativa, uma ferramenta incrível, mas também
usada para propagar desinformação em alta escala. Estamos correndo riscos.
Somada à polarização política exacerbada e à exposição ao excesso de informação e a todos os ruídos que isso provoca, a campanha promete ser uma prova de resistência longa, estressante, barulhenta e perigosa. O cenário mundial não é dos melhores e essa energia reverbera, provocando medo e angústia. Aqui, parece que não conseguimos superar a última eleição e já chega a próxima, animada por escândalos político-econômicos e crise institucionais entre Poderes.



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