- O Globo
É melancólica a situação de Nelson Teich. Antes de completar um mês no governo, o titular da Saúde já se arrasta como um ex-ministro em atividade
É melancólica a situação de Nelson Teich. Antes de completar um mês em Brasília, o oncologista já foi fritado pelo chefe. Agora ele parece se arrastar no cargo como um ex-ministro da Saúde em atividade.
O substituto de Luiz Henrique Mandetta assumiu com jeito de fantoche. Ao ser apresentado, prometeu “alinhamento completo” a Jair Bolsonaro. Depois disso, submergiu para não dizer nada que pudesse contrariar o presidente.
O ministro não teve autonomia nem para escolher seu número dois. O posto foi entregue ao general Eduardo Pazuello, que pendurou outros militares em cadeiras que sempre pertenceram a médicos.
Sem experiência na política, Teich foi triturado no primeiro contato com o Congresso. Sua confissão de que o governo estava “navegando às cegas” reforçou a imagem de uma gestor à deriva.





































