O Globo
É difícil afirmar, com clareza, qual empresa
está à frente na capacidade de seus modelos
Os lançamentos anunciados na semana passada
por OpenAI e Google deixam
claro que a corrida pela inteligência artificial apertou. É difícil afirmar,
com clareza, qual empresa está à frente na capacidade de seus modelos. Há
diferenças, mas são cada vez menos de ordem tecnológica. E a briga não é apenas
entre o GPT da OpenAI e o Gemini do Google — há pelo menos um terceiro na
disputa, chegando bem perto dos concorrentes. É o Claude, da Anthropic.
As três empresas não facilitam a vida de ninguém. Os nomes que usam para as versões de cada modelo seguem lógicas que nos escapam. O GPT opera, hoje, com três modelos essenciais: 4o, 4o mini, 4o1. O Gemini está na versão 1.5 e caminha para lançar a versão 2.0 em breve. Parece um salto, mas não é. Ampliará a capacidade de um mesmo modelo. O Claude, da Anthropic, está no Sonnet 3.5. Seu modelo alternativo é o Opus 3. Mas a diferença entre um e outro não é de todo clara.



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