Correio Braziliense
O mais importante, em meio à catástrofe
física, é o drama humano e a resiliência dos gaúchos diante das adversidades.
São Anas, Pedros, Bibianas e Rodrigos
O épico O Tempo e o Vento, obra do escritor
gaúcho Erico Verissimo (1905-1975), foi publicado em três volumes: O Continente
(1949), O Retrato (1951) e O Arquipélago (1962). A trilogia conta a história do
Rio Grande do Sul ao longo de 200 anos, tendo forjado a identidade do povo
gaúcho e, ao mesmo tempo, a empatia nacional com o estado. É um dos grandes
romances de interpretação do Brasil. Muitos nem de longe ouviram falar no
romance, mas sabem quem foram a destemida Ana Terra e um certo capitão Rodrigo Cambará,
seja pelo cinema, seja pela teledramaturgia.
Obra de ficção baseada em fatos, teceu o arquétipo dos nossos gaúchos, que são brasileiros por opção, porque também há gaúchos nos pampas do Uruguai e da Argentina, com os mesmos costumes tradicionais. A família Terra Cambará, cuja trajetória protagoniza os três volumes do romance, tece na literatura a história geográfica, cultural e política do Rio Grande do Sul.





.jpg)

.jpg)
.jpg)










.jpg)

.jpg)
.jpg)










