Folha de S. Paulo
Passagem pela COP27 dá impulso antecipado
ao petista em meio a incertezas domésticas
Lula viajou
10.000 km para fazer política interna. Dias antes de embarcar para o Egito, o
presidente eleito explicou a um aliado que a ideia de um giro internacional no
período de transição e no início do mandato seria importante para reposicionar
o país no mundo. O petista indicou, no entanto, que sua principal aposta está
nos efeitos domésticos que pode colher nesse prazo.
Uma pista já havia aparecido no discurso após a vitória nas urnas. Ao lançar o slogan da política externa de seu terceiro mandato ("o Brasil está de volta"), Lula apontou que pretendia recuperar credibilidade internacional para obter a confiança de investidores estrangeiros.
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