Trump
insistiu nas declarações sobre a disposição de Biden para fechar a economia
seguindo a ciência
As
estratégias para enfrentar a Covid-19 ocuparam o centro das atenções nas
eleições nos EUA. O apreço ou desprezo pela ciência, a incapacidade para
coordenar o enfrentamento da pandemia ou a defesa da economia e os defeitos ou
qualidades atribuídos ao Obamacare orientaram a definição dos votos.
Joe
Biden declarou que apoiaria, em vez de difamar, pesquisadores e especialistas.
Disse ainda que incentivaria o uso de máscaras sempre, garantiria avanços para
a testagem por meio de investimentos em testes rápidos e se certificaria sobre
padrões nacionais seguros para a abertura de escolas e empresas.
Donald
Trump afirmou que considera ter nota A+ no gerenciamento da pandemia e apenas
um D em divulgação, “porque são produzidas notícias falsas”. O atual presidente
insistiu nas declarações sobre a disposição do adversário para fechar a
economia seguindo recomendações científicas, disse que tinha testado positivo e
retomou a campanha por ter recebido tratamento com anticorpos e outros
medicamentos. Contudo o que está em jogo é mais do que a condução política
contra a pandemia. O resultado das eleições decide o destino da Lei de Cuidados
Acessíveis (ACA, na sigla em inglês) — o Obamacare —, aprovada em 2010 pelos
democratas e que, segundo Trump, é “muito cara e não funciona.”



















