Folha de S. Paulo
Na reta final da corrida ao Planalto os erros
de cada um serão mais determinantes que os acertos
À falta de projetos, o país se prende à expectativa do que vai vencer: a onda da direita ou a força da caneta
A terceira semana de campanha do segundo turno vai começar com as
pesquisas paradas no empate entre os dois finalistas, em cenário que não
deixa de ser desafiante para o perdedor, mas é preocupante para o vencedor da
etapa inicial.
No histórico desse tipo de embate o segundo colocado estaria praticamente fadado à derrota. A escrita permeou as análises do placar de 4 de outubro, segundo as quais nunca houve uma virada. Ocorre que tampouco havia registro de diferença tão pequena.






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