Folha de S. Paulo
O Brasil já teve um núcleo político de ação e
pensamento que dissolvia crises antes que virassem impasses
Submerso pela onda radical, esse pessoal tem
a tarefa de emergir da nova geração que aguarda o toque de reunir
Outro dia, no trajeto para uma visita
ao Museu de
Identidades que Ronaldo Cézar Coelho fez em Vassouras (RJ) no
restauro da Santa Casa de Misericórdia da região do Vale do Café, andei
conversando sobre como faz falta o núcleo de ação política que dava conta da
dissolução de crises antes que virassem impasses.
Éramos 20 no grupo primordialmente interessado no que será do amanhã de um Brasil fadado a escolher se renova o mandato de um presidente sem saber exatamente para quê ou se põe na Presidência um emergente da ala que obrigou o país a se defender do retrocesso democrático/civilizatório.

















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