Correio Braziliense
Lula comprometeu o apoio ocidental por causa de
declarações desastradas, na China, onde se encontrou com Xi Jinping, e durante
a visita do chanceler russo, Serguei Lavrov, ao Brasil
Fundador do diário L’Humanité, em 1904, o
socialista francês Jean Jaurés, um professor de filosofia de origem burguesa,
foi dos mais eloquentes oradores de sua geração. Reformista, combatia os
ortodoxos do partido socialista e defendia a reconciliação entre franceses e
alemães, o que lhe valeu o ódio dos “revanchards” (revanchistas), que queriam
um ajuste de contas com a Alemanha por causa da derrota na guerra franco-alemã
de 1870. Por isso, era chamado de traidor.
Em 31 de julho de 1914, Jaurès foi morto
por Raoul Villain, um chauvinista radical e desequilibrado, que o atingiu com
um tiro de revólver quando estava sentado numa mesa do Café du Croissant, em
Montmartre, Paris. Seu assassino gritava que o então deputado socialista se
opunha à mobilização geral e à guerra iminente contra a Alemanha. Dois dias
depois, a Primeira Guerra Mundial começou. No mês seguinte, os socialistas
Jules Guesde e Marcel Sembat ingressaram no governo de União Sagrada para
ajudar a conduzir a guerra contra a Alemanha. Seu assassino foi julgado e
absolvido.
Naquela época, não era fácil pregar a paz. Entre os líderes da Segunda Internacional, somente a defenderam Rosa Luxemburgo, na Alemanha, onde a social-democracia aprovou os créditos de guerra, e Vladimir Lênin, na Rússia, mas com propósitos revolucionários, e não, pacifistas.
.jpg)
.jpg)
.jpg)

.jpg)





.jpg)






.jpg)






.jpg)
.jpg)
.jpg)

.jpg)
.jpg)


