Neste primeiro ano de vigência do teto estabelecido para as despesas federais, o governo ainda permanece longe de uma gestão racional do Orçamento.
A regra de austeridade incluída na Constituição está sendo cumprida com sobras. Para 2017, permite-se uma expansão nominal do gasto de até 7,2%, na comparação com 2016. Conforme dados divulgados nesta quarta (26) pelo Tesouro Nacional, o aumento no primeiro semestre não passou de 4,8%.
Nada indica algum risco de descontrole até dezembro. Os resultados parecem compatíveis com a estratégia de redução gradual do rombo nas finanças da União.
Entretanto a cada dia se veem novas iniciativas e estudos para, em caráter emergencial, elevar impostos ou bloquear investimentos em obras públicas —sob o risco de dificultar ainda mais a incipiente recuperação da economia.















